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Blog de Marketing Digital da WE3

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Ficar em casa por conta da Covid-19 transformou o comportamento do consumidor. Este momento de quarentena não é algo definido, assim como o que virá depois. Dessa forma, vivemos uma fase de grandes incertezas, já que não sabemos o que acontecerá amanhã. Nestas condições, a capacidade de adaptação torna-se nosso maior trunfo. E esse lema serve também para o marketing das empresas e marcas. O consumidor e sua nova fase Vamos partir de uma visão mais ampla sobre o que, em geral, acontece com o comportamento das pessoas em isolamento social. Com a diminuição das atividades fora de casa, o tempo que era escasso se tornou mais fluido. Passamos mais tempo sozinhos, com nossa família ou dentro de nossas cabeças. Isso dá margem para sentimentos como o tédio, a ansiedade e a incerteza inerente ao momento. Por isso, sentimos necessidade de buscar mais formas de nos mantermos ocupados. Pelos dados de pesquisas Google durante a pandemia, podemos dizer que temos tentado nos adaptar à situação por meio de informações sobre: - A Covid-19 e suas implicações à saúde e ao dia a dia. - Mudanças no trabalho e na economia. - Bem-estar e conexões com a comunidade. - Segurança financeira e renda extra. - Aprendizado e cursos online. -...

Por que tipos diferentes de conteúdo são necessários para cada uma das três etapas do funil de vendas? Você com certeza já ouviu falar no funil de vendas. Ele é uma metáfora para a jornada de compra do usuário até se tornar um lead, um comprador ou um cliente fiel. A partir do modelo de um funil, com topo largo e fundo pequeno, observamos que, para a entrada de uma grande quantidade de contatos, poucos realmente irão fechar negócio. Isso significa que a atratividade de usuários sempre é maior do que o número de conversões. E justamente por isso é preciso adequar a sua estratégia de conteúdo, segmentando-a em materiais pertinentes para cada uma das três etapas do funil e para a fase posterior. A mentalidade do consumidor varia se estiver no topo, meio, fundo ou se já houver realizado uma primeira compra. Por isso, a informação transmitida precisa se adequar a comportamentos específicos. Por exemplo, não adianta fornecer estímulos de compra e informações refinadas sobre seu produto ou serviço para usuários que estão no topo do funil. Como nessa fase eles ainda possuem pouco conhecimento e certezas, são necessários conteúdos mais amplos, que deem uma ideia geral do que está sendo ofertado...

A experiência mobile é de extrema importância já que, atualmente, mais da metade do tráfego online vem de dispositivos móveis. No entanto, quando analisamos os índices de suas taxas de conversão, elas ainda tendem a ser menor que a de desktops. Ou seja, acessos via computadores resultam em mais negócios que aqueles via dispositivos móveis. Há um certo contrassenso nisso. Oportunidades mobile Para demonstrar, vamos analisar alguns números: 92% dos brasileiros possuem smartphones e 75% deles recorrem a eles quando têm necessidade de conhecer algo novo ou de sanar uma dúvida. Além disso, 94% dos usuários de smartphones pesquisam informações em seus aparelhos durante micro-momentos de seu dia a dia, aqueles pequenos intervalos entre suas atividades que são oportunidades preciosas de negócio. Mas se existe toda essa adesão aos dispositivos móveis como meios para realizar ações online, por que sua taxa de conversão ainda é mais baixa que a de desktops? O consenso geral é este: experiências ruins em sites mobile reduzem muito o interesse do usuário. Uma experiência mobile de baixa qualidade Imagine uma pessoa em seu smartphone, num micro-momento de seu dia a dia. Ela precisa entender e adquirir um tipo de produto que resolverá seu problema. Então, entra no site de uma...