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Marketing Digital

Por que tipos diferentes de conteúdo são necessários para cada uma das três etapas do funil de vendas? Você com certeza já ouviu falar no funil de vendas. Ele é uma metáfora para a jornada de compra do usuário até se tornar um lead, um comprador ou um cliente fiel. A partir do modelo de um funil, com topo largo e fundo pequeno, observamos que, para a entrada de uma grande quantidade de contatos, poucos realmente irão fechar negócio. Isso significa que a atratividade de usuários sempre é maior do que o número de conversões. E justamente por isso é preciso adequar a sua estratégia de conteúdo, segmentando-a em materiais pertinentes para cada uma das três etapas do funil e para a fase posterior. A mentalidade do consumidor varia se estiver no topo, meio, fundo ou se já houver realizado uma primeira compra. Por isso, a informação transmitida precisa se adequar a comportamentos específicos. Por exemplo, não adianta fornecer estímulos de compra e informações refinadas sobre seu produto ou serviço para usuários que estão no topo do funil. Como nessa fase eles ainda possuem pouco conhecimento e certezas, são necessários conteúdos mais amplos, que deem uma ideia geral do que está sendo ofertado...

A experiência mobile é de extrema importância já que, atualmente, mais da metade do tráfego online vem de dispositivos móveis. No entanto, quando analisamos os índices de suas taxas de conversão, elas ainda tendem a ser menor que a de desktops. Ou seja, acessos via computadores resultam em mais negócios que aqueles via dispositivos móveis. Há um certo contrassenso nisso. Oportunidades mobile Para demonstrar, vamos analisar alguns números: 92% dos brasileiros possuem smartphones e 75% deles recorrem a eles quando têm necessidade de conhecer algo novo ou de sanar uma dúvida. Além disso, 94% dos usuários de smartphones pesquisam informações em seus aparelhos durante micro-momentos de seu dia a dia, aqueles pequenos intervalos entre suas atividades que são oportunidades preciosas de negócio. Mas se existe toda essa adesão aos dispositivos móveis como meios para realizar ações online, por que sua taxa de conversão ainda é mais baixa que a de desktops? O consenso geral é este: experiências ruins em sites mobile reduzem muito o interesse do usuário. Uma experiência mobile de baixa qualidade Imagine uma pessoa em seu smartphone, num micro-momento de seu dia a dia. Ela precisa entender e adquirir um tipo de produto que resolverá seu problema. Então, entra no site de uma...

Planejar e monitorar a escalabilidade de uma empresa é fundamental para o seu sucesso. E isso pode ser feito com ajuda de uma boa estratégia de marketing digital. O que é escalabilidade? Em primeiro lugar, a escalabilidade de uma empresa pode ser definida como o seu potencial de crescimento. Quer dizer, sua capacidade de aumentar o faturamento sem elevar custos ou abrir mão da qualidade. Assim, a escalabilidade é uma espécie de estratégia de modelos e práticas desenvolvida a partir de dados sobre o objeto central de negócio. E essa estratégia garante seu crescimento contínuo e acelerado. Dessa forma, podemos dizer que um padrão escalável ajuda estabelecer os pilares de uma empresa ao longo do tempo. Por exemplo, o seu potencial de expansão e os possíveis riscos que corre junto ao mercado. Em poucas palavras, escalabilidade é o entendimento sobre quão longe a empresa pode ir seguindo determinado planejamento. Por isso, quanto mais escalável um negócio, menor o nível de incertezas e maior o potencial de retorno positivo no futuro. Modelos de escalabilidade Primeiro, vamos imaginar uma nova empresa. Ela tem uma ideia incrível e útil: um aplicativo que resolve algum problema para grande parte da população. Então, esse aplicativo é desenvolvido de maneira funcional e...

O marketing de conteúdo é uma das estratégias mais utilizadas para aumentar a visibilidade online de empresas ou marcas, justamente porque traz um dos maiores ROI. Com impacto relevante e em longo prazo, um conteúdo de qualidade é capaz de gerar confiança nos usuários, acendendo ou reacendendo interesse, para criar ou recriar oportunidades de vendas e fidelização. ROI do marketing de conteúdo ROI é a sigla de Return On Investment ou Retorno Sobre Investimento, em português. É um indicador que mede o lucro ou o prejuízo de vários tipos de estratégia durante determinado período. Ele ajuda a empresa a entender: quais estratégias em que se está investindo têm dado mais retorno? Quais precisam ser melhoradas ou cortadas? Assim, o ROI auxilia gestores a tomarem decisões mais acertadas. O ROI do marketing de conteúdo costuma ser alto e medido de forma detalhada. A partir do ROI do marketing digital, é possível decompô-lo nos meios por onde o conteúdo é veiculado: redes sociais, SEO, e-mail marketing, blog e por aí vai. Desse modo, o ROI pode demonstrar, por exemplo: o blog é bem-sucedido? Os leads gerados por esse canal possuem uma boa taxa de conversão? A estratégia de conteúdo tem sido boa? Conteúdo de qualidade + boa...

O conceito de micro-momentos surgiu há cerca de 5 anos e foi criado pelo Google. Diz respeito aos momentos de formação da escolha e decisão do consumidor que ocorrem durante a jornada de compra, com ênfase no ambiente digital. Micro-Momentos e smartphones Na prática, os micro-momentos seriam aquelas ocasiões em que o consumidor dá uma pausa em seus afazeres para pesquisar por coisas de seu interesse. Coisas que possam sanar necessidades ou resolver problemas. Logo após experenciar um micro-momento, a pessoa retorna para as tarefas do dia a dia. Assim, esses instantes valiosos podem acontecer via computador, porém, são mais comuns por meio de dispositivos móveis. Cerca de 94% dos usuários de smartphones pesquisam informações em seus aparelhos quando estão no meio de outras atividades. Nesse contexto, é importante salientar que a massificação dos dispositivos móveis mudou muito o comportamento dos consumidores. Isso fez com que o tempo de navegação diário aumentasse. Atualmente, 92% dos brasileiros possuem smartphones e 75% recorrem primeiramente a eles quando surge uma nova necessidade de pesquisa e conhecimento. A seguir, vamos conhecer as 5 categorias de micro-momentos, cada uma delas representa oportunidades diferentes e interessantes para cada tipo de negócio. Micro-Momento 1: Eu quero saber Esta primeira categoria é quando o usuário...

Fez uma pesquisa Google e clicou nos primeiros resultados? Por que? Porque eles possuem maior credibilidade. Toda empresa deseja estar entre os primeiros resultados numa pesquisa relacionada ao seu mercado. E para que isso seja conquistado, é necessária uma boa estratégia de marketing digital. Alguns números sobre o Google Atualmente, não se pode desprezar a forte presença do Google na vida de quase toda população. Por isso mesmo, ele também é um dos principais meios para uma empresa ser vista, procurada, lembrada. E existem formas de potencializar essa visibilidade, alcançando os primeiros resultados. Essas variáveis são trabalhadas numa boa estratégia de marketing digital. Estima-se que sejam realizadas 5,5 bilhões de buscas diárias no Google, algo em torno de 63 mil buscas por segundo. Dessa forma, temos essa quantidade enorme de pesquisas e outra quantidade enorme de possibilidades para os resultados. O próprio Google possui mecanismos para oferecer buscas mais assertivas, de acordo com o perfil dos usuários, filtrando por região, por exemplo. Porém, apenas esses mecanismos não são suficientes para a uma boa visibilidade ou para gerar leads. É preciso se diferenciar no meio de tantas possibilidades e concorrentes. Atualmente, isso requer a aplicação de ferramentas específicas que otimizam seu site nas buscas do...

O consumidor brasileiro tornou-se um adepto do e-commerce. Atualmente, nosso país lidera o ranking da América Latina nesse setor. Contudo, ainda existem muitas oportunidades de crescimento, poque a fatia de vendas online da região corresponde a apenas 2,7% do total global. Segundo pesquisa da Nielsen Brasil, a venda online de bens não-duráveis foi o principal responsável pelo crescimento desse mercado em 2019. Para se ter uma ideia, pedidos do segmento de alimentos e bebidas cresceram 82% e os de pet shop 144%. De qualquer forma, independente do segmento, investir num e-commerce tornou-se algo próximo do indispensável para empresas ou marcas que vendam produtos. Comportamento do brasileiro adepto a e-commerce Houve uma mudança clara no comportamento desse consumidor. Se compararmos com o início dos anos 2000, quando o mercado de e-commerce ainda engatinhava, o que incentivava a compra online era a possibilidade de receber o produto em casa. E, a partir de 2010, o fator determinante tornou-se o melhor preço. Contudo, há um ou dois anos, o que mais tem motivado os usuários a comprar em e-commerce são os sites de busca e as redes sociais. Assim, sabemos que o público está mais conectado e ativo, especialmente por meio de smartfones. Tanto que existe uma nova...

Qualidade é o lema que guia as principais tendências em marketing de conteúdo para 2020. A demanda por informações mais relevantes é alta, pois o público está em busca de uma visão rica e específica sobre os assuntos de seu interesse. Desde a super segmentação de temas até um maior investimento nessa área, qualquer estratégia de marketing digital não pode deixar de considerar essa alta exigência dos usuários, que também querem gerar conteúdo para as empresas. Por isso, separamos 5 tendências de marketing de conteúdo para 2020. A partir delas, é possível entender um pouco sobre a importância da comunicação online de uma empresa e como utilizar isso a seu favor. 1 Evitar superficialidades e investir em conteúdo de qualidade O marketing de conteúdo produz resultados positivos para empresas. Às vezes, isso gera um excesso, quando estratégias optam por veicular muito conteúdo e com pouca qualidade. Como o público anda mais exigente e com necessidades cada vez mais pontuais, atualmente, a estratégia mais adequada é gerar conteúdos que atendam exatamente o que é desejado. Ou seja, isso significa aprofundar determinado tema, criando um conteúdo relativamente inédito para os usuários. Nada de abordar a ideia geral, mas algo diferente, representativo, que agregue valor. Assim, a...

Já abriu sua caixa de e-mails hoje? Quantas campanhas de e-mail marketing você recebeu e quantos despertaram o seu interesse? Esse é um assunto que gera muitas discussões no mundo do marketing. Deixamos aqui a pergunta que não quer calar: será que e-mail marketing vai acabar? Nós da WE3 Online acreditamos que não. Inclusive, para muitas empresas, essa é a ferramenta mais importante em suas estratégias de Inbound Marketing. Como tudo na vida tem um "mas", aqui não poderia ser diferente, né? O desempenho das suas campanhas depende de como você vai trabalhar na construção de campanhas de e-mail marketing. Explicamos melhor abaixo, com 05 dicas para você aumentar a taxa de abertura, criar oportunidades e encantamento. 1- Régua de relacionamento Esse é um dos assuntos que mais gostamos de falar. Dá trabalho e leva tempo organizar uma régua de relacionamento, mas garantimos que o retorno é 100% satisfatório. Imagina poder enviar um e-mail marketing totalmente personalizado para clientes ativos, prospects, que acabaram de chegar ou inativos que não compram a bastante tempo. A partir de uma régua de relacionamento bem definida e estruturada, é possível criar uma comunicação humanizada e ainda mais próxima do seu público. Quem não gostaria de receber um...

Muitas pessoas recorrem ao Google questionando o que são personas. Personas são uma representação fictícia do cliente ideal de determinada empresa, baseada em dados reais sobre comportamento — que abrangem histórias pessoais, motivações, objetivos, desafios e preocupações —, assim como características demográficas dos clientes. Pode-se dizer que buyer persona é um conceito estendido de público-alvo, criado por Alan Cooper, com o intuito de otimizar, segmentar e definir o público-alvo da empresa, guiando a criação de conteúdo e o marketing digital. Definindo sua persona Uma boa construção de persona se baseia na investigação do público-alvo da empresa. Já em uma rápida análise é possível identificar aspectos comuns entre os seus potenciais compradores. Contudo, o ideal é que exista uma base de clientes. Essa base para ser usada como fonte para a investigação e construção da persona. Mesmo que existam perfis diferentes de clientes que consumiram o seu produto, algumas características comuns devem ser recorrentes e podem ser usadas para exemplificar sua persona. Também é importante focar em clientes satisfeitos e insatisfeitos na hora de analisar sua base, pois, em ambos os casos, há a chance de aprender mais sobre a percepção do seu produto ou serviço e quais os desafios que seus clientes estão enfrentando. Qual...